Acorda pra Web!

Tecnologia que vai mudar nossas vidas, depois do café.

Arquivo de April, 2007

Web Semântica pra quem viveu na primeira web

Thursday, April 19th, 2007

Duas verdades:

  • (Quase) Todo mundo sabe o que é Web 2.0
  • Ninguém sabe direito como será a Web Semântica

Se formos pensar no que a Web 2.0 é hoje em relação à Web tradicional, veremos que não mudou muita coisa:

  • Folksonomia (uso de tags) ao invés de outros métodos de classificação (pastas, árvores)
  • Grande interação social (Redes sociais, favoritos sociais, tudo social)
  • Serviços se comunicando (APIs como a do Google Maps, Flickr, etc…)

Fora o aspecto da folksonomia, a interação social e a interoperabilidade de serviços é apenas um estado de sinergia da primeira web, do começo.

Sempre foi possível criar uma lista de amigos no meu blog ou site e linkar para todos eles, mas isso nunca foi muito prático porque nem todo mundo é desenvolvedor de sites.

HPG - Um marco na internet brasileira.Outra coisa que sempre esteve presente foi a integração de serviços, só que nunca de uma maneira tão completa. Era normal há alguns anos atrás páginas no HPG com serviços de contador online, formulários de contato e outros widgets do arco da velha. O pioneiro Geocities foi o primeiro protótipo de MySpace do mundo, editado à mão!

Baseado na experiência do passado, podemos traçar uma idéia do futuro:

  • A próxima geração de novidades será uma sinergia da geração atual
  • Coisas que fazemos na mão, serão feitas automaticamente
  • Uma ou outra coisa surgirá de novo, mas nada muito diferente do habitual

A grande sinergia que eu imagino será entre os serviços. Atualmente temos que programar para conseguir incluir dados de uma aplicação como o Google Maps ou qualquer outra, ou mesmo informações por aí na web soltas em microformatos, arquivos RSS e tantas outras fontes. Esse ato de programar é semelhante ao ato de linkar amigos que fazíamos no passado e hoje é feito automaticamente pelas redes sociais.

No futuro você poderá arrastar dias de um calendário qualquer pra um mapa qualquer e ver os eventos relacionados naquele local, sem ter que programar toda a integração entre o calendário e a aplicação de mapas. E tudo será assim, automático.

Não sei até que ponto veremos dados sendo cruzados com tanta facilidade pelas máquinas automaticamente, como nos exemplos que citei aqui no blog, o que sei é que cada vez menos teremos que programar máquinas através de códigos.

É normal um programador sentir revolta quando vê tudo automático (e não foi ele quem programou). Eu mesmo penso frequentemente “e pra onde vai minha liberdade de programar do jeito que eu quero?”.

Aqui tem outra visão do futuro da internet. Qual seria mais provável? Será que existe ainda uma outra opção?

Aprenda com os maiores: CSS Zen Garden

Thursday, April 19th, 2007

Até o momento desse post 8.030 pessoas já linkaram para o CSS Zen Garden. Ele é mundialmente aclamado por todo mundo como uma excelente iniciativa. Alguém aqui lembra o objetivo do CSS Zen Garden? Eis alguns:

  • Mostrar que o CSS é bonito e que designers devem usá-lo
  • Promover os padrões Web, especialmente o CSS
  • Mostrar que podemos ter infinitos CSS com um único HTML

CSS Zen Garden - Um exemplo a ser seguido.O HTML do CSS Zen Garden, pela época em que foi criado, é monstruosamente lindo! Ele foi criado pensando justamente no objetivo de nunca mais ser tocado.

Se você abrir o HTML deles agora (e estou realmente sugerindo que o faça) verá que as classes e ids são (quase) todos semânticos: intro (Introdução), quickSummary (Sumário Rápido), explanation (explicação) e todos os demais. Ele não fala de cima, baixo, esquerda, direita ou barra lateral e justamente por isso ele é tão bom! Porque ele foi projetado sem nenhum layout em mente, somente conteúdo.

E qual é a grande lição que o CSS Zen Garden nos dá? Temos que marcar o HTML como se nunca mais pudessemos mudar, visando somente o conteúdo e não o layout.

A prova de que funciona ta aí.

Estatísticas de busca – Cruzamento de pôneis rosa

Wednesday, April 18th, 2007

Todo dia vejo as estatísticas do blog através de dois sistemas diferentes: O Google Analytics e o Analog, os resultados são parecidos mas às vezes apresentam ligeiras diferenças.

Através de ambos eu posso ver as buscas comuns que levam ao meu site, e é algo que costumo usar pra melhorar o desempenho dos meus títulos e formatação dos artigos. Geralmente as diferenças são poucas e buscas envolvendo a palavra semântica sempre disputam o primeiro lugar, exceto pelo dia 16 de abril em que o Analog me mostrou o seguinte resultado:

Que raios pôneis rosa tem a ver com web semântica?

Alguns caracteres aparecem distorcidos por causa dos acentos, mas para quem não entendeu, a primeira busca alí está como “pôneis rosa fudendo”. Um mistério pra mim.

Se você buscou por “pôneis rosa fudendo” e chegou até a esse blog, por favor deixe um comentário!

Eu gostaria muito que alguém do Seo Brasil ou qualquer outro especialista tivesse algum tipo de resposta pra isso :)

Web Semântica Nascendo – Projeto SemSol recebe patrocínio

Tuesday, April 17th, 2007

SemSolO SemSol é um simples framework para construção de aplicações semânticas, algumas características dele são:

  • Banco de dados armazena diretamente RDF, através de uma biblioteca desenvolvida pelo Benjamin Nowack
  • Os dados são formatados através de uma síntaxe parecida com a de um wiki, que inclusive é extensível (você poderá criar módulos pra ela)
  • Produz código nos padrões da web e indo adiante, produz código em Microformatos e eRDF.
  • Suporte nativo a AJAX.
  • Constrói formulários automaticamente e já embute os sistemas de dados RDF.

Ainda não existe versão pública do sistema, que será gratuito e tem previsão pra lançamento esse ano. Eu particularmente não vejo a hora de botar as mãos nele, já que não acho nenhum framework que preste.

O Anúncio do patrocínio traz algumas notícias:

  • Semsol.com virará uma prestadora de serviços, de “Semantic Solutions” (Soluções Semânticas).
  • O projeto do framework será movido para Semsol.org e provavelmente receberá um nome como “SemSol Suite”.
  • O coração do SemSol, a biblioteca ARC, será totalmente reescrita para a biblioteca ARC2.

Atualmente, 90% das aplicações Web2.0 não são complacentes aos padrões da web, o que é um grande empecílio para a difusão da Web Semântica. Eu considero o surgimento dessa iniciativa, embora bem silencioso, bastante importante porque é uma das primeiras iniciativas da Web Semântica feita com um bom propósito de difundir tecnologia e não somente ganhar dinheiro.

Pagamentos Online – BRPay, Sendep ou F2B?

Monday, April 16th, 2007

Conheço hoje três principais soluções de pagamento pela internet, daquelas que você pode implantar em uma solução de comércio eletrônico. Fiz uma pesquisa no Google, em fóruns e blogs procurando opiniões sobre os serviços. Aqui estão as conclusões:

BRPay

Logotipo da BRPay

A primeira que tomei conhecimento foi o BRPay e foi a que mais me empolgou. Sistema simples, sem aparente burocracia. Pesquisei um pouco mais e fiquei inseguro quanto à qualidade do serviço.

Nesse post sobre a venda da BRPay para o UOL (venda que ainda não é confirmada), muitas pessoas deixaram seus comentários com problemas no serviço.

Alguns usuários com grandes quantias para receber não conseguem sacar o dinheiro porque o sistema afirma que isso já foi feito anteriormente.

Minha dica é: cuidado, não sei se o sistema é confiável. Muitos usuários dizem que é bom, muitos usuários reclamam.

SENDEP

Logotipo do SENDEP

Outra solução atraente. Visual bonito, taxas convidativas, integração com PayPal e tudo mais.

No site dizem que tem grande preocupação com segurança, mas fazendo uma busca pelo Google encontrei no Fórum PHPMania um usuário que aparentemente conseguiu burlar o sistema (dê uma lida na página do tópico inteira). No aparente golpe o usuário consegue sacar várias vezes os valores de sua conta no SENDEP. Inclusive na própria suposta resposta que o SENDEP deu ao “hacker” a mesma afirma que ele “não está sozinho nessa”, o que indica que talvez existam outras tentativas bem-sucedidas de burlá-lo.

No mesmo tópico do possível “hack” também alguns usuários afirmam que não conseguem receber, o que é também um sinal ruim.

O domínio sendep.com.br está registrado no nome de Cleuza Ramos da Silva pela entidade “Lance Agora” (um site de leilões). O curioso é que o domínio sendep.com está registrado sob o nome de André Silva e ambos os domínios estão sob o mesmo email: avalon403@yahoo.com (o que também é algo suspeito, um email gratuito e com nome de mundo fictício).

Atualização: Fui notificado por um amigo sobre outro fato curioso. O domínio sendep.com está registrado em um endereço em Massachusetts nos Estados Unidos e sob a entidade “Sendep Service Inc.”. Se você buscar pelo endereço citado ou mesmo pelo nome da entidade, nada sobre o Sendep é retornado. É retornado um tipo de catálogo de clientes pelo endereço “72 Myrtle St – Methuen, Massachusetts 01844″, mas se formos ver nesse catálogo a linha do cliente desse endereço está com o nome “R. Alan Rugman” (e não André Silva) e telefones diferentes dos encontrados no whois do sendep.com.

Cuidado com esse sistema. Até esses pequenos probleminhas serem resolvidos eu prefiro não apostar nenhuma ficha no SENDEP.

F2B

Logotipo da F2BProvavelmente a melhor solução para pagamentos online, existe desde 2000. Tudo é burocrático e complicado no site deles, você tem que enviar seus documentos para verificação e tem que pagar adiantado uma quantia que depois pode ser revertida em créditos. Não é uma taxa, é apenas um pré-pagamento.

O F2B oferece além de soluções pra pagamento, soluções para cobrança. Você pode emitir boletos via email e correio para seus clientes, notificá-los via SMS e tudo mais.

Sem dúvida é o serviço mais completo e mais confiável segundo pesquisas no Google.

Não consegui achar simplesmente nenhuma pessoa com problemas para receber, problemas de segurança, bugs ou qualquer coisa que possa ser classificada como calote. Existem sim muitas dúvidas de como usar o serviço que novamente insisto em dizer que é complicado.

Um pró do F2B é a qualidade do suporte que me respondeu as dúvidas que tive até hoje muito bem.

Conclusão

Eu ficaria com a F2B. Prefiro usar um serviço sólido e complicado do que algo fácil e extremamente duvidoso e/ou inseguro. No entanto não fique só com a minha opinião, pesquise você mesmo, entre em contato com usuários dos sistemas citados e tire suas próprias conclusões.

O que me assustou mesmo foi que não existe nenhum serviço de pagamentos brasileiro hoje que seja fácil de usar, seguro e confiável.

Atualização: Um novo serviço chamado Pagamento Digital surgiu, há uma descrição sobre ele no Blog InfoWester. Ainda não há como coletar informações sobre o serviço devido a carência de usuários do mesmo. Assim que eu souber de mais novidades faço uma nova atualização mais completa.

800×600 ou 1024×768? Novos dados Importantes!

Sunday, April 15th, 2007

A dúvida é comum, respostas conclusivas existem poucas. Quando criar um layout, você deve usar 800×600 ou 1024×768 como resolução?

Qual resolução de tela utilizar?Todo mundo começa a argumentar usando estatísticas de uso de resoluções. É comum falar que “a maioria das pessoas usa 1024×768″. Existem alguns fatores além desse.

Recentemente o Roger Johansson fez uma pesquisa sobre quem maximiza a tela dos navegadores. O resultado da pesquisa mostra que no geral apenas 50% dos usuários maximiza a tela, o que coloca mais um elemento na hora de considerar nossos layouts.

A pesquisa vai adiante, ela retrata exatamente o comportamento dos usuários de cada resolução.

A resolução mais utilizada segundo a pesquisa é a de 1280×1024, um dado completamente novo para nós. E dos 617 usuários dessa resolução (dos 1070 participantes) apenas 61% deles utilizava a tela do navegador maximizada.

Na resolução de 1024×768 73% dos usuários usam a tela maximizada.

Isso é muito importante porque sempre consideramos o tamanho da tela mas raramente o comportamento do usuário. Um site fixo em uma largura para 1024 nem sempre é ideal para quem usa a resolução de 1024 de largura, porque nem sempre a pessoa usa o navegador maximizado.

Eu não recomendo layouts fixos, os líquidos e elásticos não tem esse problema das resoluções, mas se for usar um fixo a alternativa mais acessível segundo os dados da pesquisa é 800×600.

Transforme Fotos em Objetos 3D

Sunday, April 15th, 2007

Um novo serviço chamado Fotowoosh parece fazer o impossível, automaticamente. O vídeo abaixo mostra o resultado do serviço: uma foto 2D se transforma em uma cena completa em três dimensões.

Pedi um convite para beta tester e estou contando os dias pra ver essa beleza funcionar aqui em casa.

Vi lá no TechCrunch.

O que é Metainformação?

Saturday, April 14th, 2007

Informação são dados, são fotos, são datas, comentários, títulos, vídeos. Na informática, quase tudo gira em torno da informação.

Um livro por exemplo, é uma fonte de informação. Se eu escrever uma resenha sobre um livro, essa resenha também será uma nova informação, ligada diretamente à primeira. Metainformação é uma informação que pode descrever outra informação.

Outros exemplos:

  • Nome do autor de um livro.
  • Nota dada por um crítico a um filme.
  • Localização geográfica do autor de um blog.
  • Data de realização de um evento.
  • Quantidade de arquivos em um disco rígido.

Todos esses exemplos são informações também, afinal toda metainformação também é uma informação. Inclusive é possível escrever metainformação sobre metainformação e no RDF se chama reificação. Alguns exemplos de reificação:

  • Nome do crítico que deu uma determinada nota a um filme.
  • Data da última verificação de arquivos em um disco rígido.
  • Nome do autor de uma resenha sobre um determinado livro.

Trabalhamos com metainformação no dia-a-dia sem perceber, porque somos naturalmente cognitivos e cruzamos dados muito facilmente. Máquinas não fazem isso, não entendem Inglês, Português e tampouco Francês.

A Web Semântica é acima de tudo uma web feita de metainformação livre, é um objetivo a ser alcançado: padronizar a forma com a qual criamos, compartilhamos e lemos metainformação.

No futuro, quando a Web Semântica for um realidade, as máquinas poderão cruzar dados da maneira como fazemos intuitivamente. Ela mostrará somente os restaurantes com comidas que você gosta na busca, sua rádio no carro tocará somente os estilos que você ouve e as reuniões serão sempre marcadas automaticamente pelo computador da empresa, que sabe a agenda dos funcionários.

Bancos de Dados – Como funciona o Google?

Saturday, April 14th, 2007

Acho que todo desenvolvedor de sistemas já se perguntou como o Google trabalha com essa quantidade imensa de dados, que tipo de sistema eles usam e que tecnologias alienígenas funcionam por trás do Google File System.

O Google usa um sistema de bancos de dados um pouco diferente do convencional. Enquanto nós programadores na terra usamos bancos orientados por linhas, o Google File System usa bancos orientados por colunas¹.

Vou utilizar um exemplo de dados para mostrar depois como cada tipo de banco de dados trabalha com os mesmos:

id nome endereço telefone
1 José Av. Paulista, 1020 3333-4444
2 João Av. Brigadeiro Faria Lima 3333-5555

Um sistema de bancos de dados orientado por linhas gravaria no arquivo os dados nessa ordem:

[1],[José],[Av. Paulista, 1020],[3333-4444];[2],[João],[Av. Brigadeiro Faria Lima],[3333-5555]

Enquanto um sistema orientado por colunas armazenaria os dados na seguinte ordem:

[1],[2];[José],[João];[Av. Paulista, 1020],[Av. Brigadeiro Faria Lima];[3333-4444],[3333-5555]

Isso significa que os sistemas orientados por colunas como o Google, armazenam as colunas umas próximas as outras ao invés de armazenar a linha inteira. Como o Google possui bancos com muitas colunas, o arquivo ficaria fragmentado demais se fosse como no exemplo 1, orientado por linhas.

No exemplo 1 fica fácil recuperar os dados de um cliente em específico, retornar todos os dados sobre apenas uma linha.

No exemplo 2 a abordagem é diferente, fica fácil retornar informações como todos os telefones de clientes ou todos os nomes de clietes.

Com isso o Google pode recuperar informações e metainformações sobre vários sites em uma única consulta mais rapidamente, ao invés de recuperar toda informação sobre somente um único site.

É claro que por cima desse fabuloso sistema de bancos de dados, existem vários algoritmos trabalhando para manter o grande Google funcionando, mas já dá pra ter uma idéia e matar um pouco da curiosidade sobre o gigante das buscas. Nesse exemplo eu usei dados crus, mas na realidade o Google usa pedaços de 64MB de dados pra compor os “blocos” do banco de dados.

Mais em:

Semântica no HTML – Logomarca não é só texto!

Friday, April 13th, 2007

É bem comum ver sites colocando a logomarca marca através do CSS no layout, só que a prática não é muito correta.

Não devemos confundir também a palavra logomarca com logotipo.

Devemos entender direito o que significam alguns elementos que compõe uma marca:

  • Logomarca é uma imagem que identifica uma marca, no caso aqui do blog é aquele relógio em perspectiva no topo.
  • Marca é a representação de uma entidade, seja pelo logotipo, símbolo, uma frase ou qualquer elemento de identificação
  • Logotipo é um texto utilizado para compor o nome da empresa.
  • Símbolo é um elemento que ajuda a identificar uma determinada Marca.

Geralmente a logomarca (o símbolo) carrega um significado consigo, como o relógio aqui do Acorda pra Web tem correlação com “despertar”, “acordar”. Um outro exemplo seria o símbolo do MeioBit que ilustra um meio bit (que eu acho excelente).

Uma prática muito comum é criar o HTML e colocar o nome do site usando a marcação <h1>Nome do Site</h1> e depois escondendo o texto e colocando uma imagem de fundo através do CSS, com a técnica de Image Replacement.

O fato é que quem desabilitar o CSS na página, não verá a sua logomarca (o seu símbolo), assim como ele pode não aparecer em alguns dispositivos portáteis.

Colocar a logomarca o símbolo através da tag <img src="logo.jpg" title="Nome do Site" alt="Nome do Site"> é uma maneira prática, correta e segura de sempre garantir que a logomarca (o símbolo) seja exibido e marcado corretamente.

Se você nem liga para quem habilita ou não o CSS em suas páginas ou não tem foco em usuários de portáteis, tanto faz, mas deixo aqui minha pequena dica, que é só um complemento dessa dica aqui dada pelo Elcio.

Atualização: Fui corrigido por diversos blogueiros sobre o uso da palavra “logomarca”, tentei consertar na medida do possível! :) Meu post foi sobre semântica no HTML e não sobre termos de mercado, termos esses que confesso: desconheço totalmente. Agradeço pelos esclarecimentos e comentários!