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Mais bla bla bla sobre linux

Sabe aquele meu ódio do Ubuntu? Confesso que era não-justificado e mesmo sabendo que para solucionar os poucos problemas que eu tive com o danado o sacrifício seria pouco, preferi criticar.

Windows é difícil também se você quer tirar proveito do sistema, mas a vantagem é que já faço essas coisas difíceis há uns 8 anos. Se eu quero mudar, quero algo que seja parecido com o que eu sei.

Agora, definitivamente, eu justifiquei meu ódio pelo Ubuntu. Resolvi instalar o sistema mínimo, do zero. Tudo foi feito com um CD de instalação de 10MB que apenas conecta na internet, instala o sistema mínimo (que bizarramente eles chamam de “server install”, que não tem nenhum pacote pra servidor) e te dá uma bela linha de comando.

Fiz isso umas 20 vezes. Sim, eu instalei o Ubuntu do zero, pela linha de comando, umas 20 vezes. Testei as mais diversas configurações. Desde a mais pesada usando KDE com Compiz-Fusion até a mais simples usando apenas um único Firefox aberto numa sessão sem janelas reais. Fiz isso no meu notebook que é razoavelmente moderno e também em uma solução thin-client modificada, com processador VIA Samuel II e 128MB de memória (esse usando soluções mais moderadas, claro).

No final, não contente com o Ubuntu, resolvi testar o Debian (o pai do Ubuntu). Testei a versão estável (um porre), a testing (melhor de todas) e a instável (um micropesadelo, mas bacana).

O Debian é praticamente a mesma coisa que o Ubuntu (se você instalar a versão mínima), mas a coisa é mais sóbria. Enquanto o Ubuntu tem foco em lançar pacotes com mais velocidade, o Debian testa as coisas exaustivamente. É por esse motivo que a versão testing do Debian chega a ser mais estável que a versão estável do Ubuntu.

O Debian é mais leve. Enquanto no Ubuntu o mínimo de espaço em disco que consegui utilizar foi de 414MB (Gutsy Gibbon), no Debian caiu para 290MB (Lenny Testing). A memória consumida por um sistema Debian baseado em Xfce comparada ao Xubuntu (que usa Xfce) é bem menor também

Enfim, Eu sei que deveria estar falando sobre Web Semântica, mas atualmente estou nessa fase de expandir o máximo de conhecimento que tenho pra várias áreas. Tenho a péssima mania de reinventar a roda sempre, porque não gosto do jeito que as outras rodas giram.

6 Respostas para “Mais bla bla bla sobre linux”

  1. Pedro Rogério diz:

    Não, você está certo, tem que expandir os conhecimentos mesmo, eu, a algum tempo migrei de vez pro Linux (Fedora 7), estou apanhando um pouco, mas logo logo isso passa.

  2. Aguinelo Pedroso diz:

    Eu estava tentando mudar de vez, mas estou dando um treinamento e desenvolvendo 3 sistemas em ASP.Net, ai a casa caiu, dual boot por enquanto, eu sei bem do que você está falando em relação a reinventar a roda, faço isso com frequencia e muitas vezes acho que a minha roda gira melhor que as outras e não fica oval….

  3. Luan Almeida diz:

    Bem que lhe falei num post comentário sobre a superioridade do Debian em relação ao Ubuntu, isso é pq o Ubuntu é cheio de fru-fru, hehe (até rima!).

    E como o Pedro disse, não tem problema falar de outro assunto no seu blog, conhecimento é conhecimento, e é isso que queremos, seja de que assunto for.

  4. Diogo Souza diz:

    Essa de reinventar a roda é boa, faz as coisas evoluirem também! O Linux “vive” de adaptações da mesma roda, todas rodam, mas diferente XD (Nossa essa foi horrivel, eu sei…)

  5. Alexandre diz:

    No linux ao invés de ser forçado a usar a mesma roda sempre, você tem o poder de escolher a roda que melhor se ajusta as suas necessidades ou então desenvolver sua roda do zero, ou baseada em qualquer outra roda por aí.

    Acho que é isso.. uahuahuah

  6. felipe tonello diz:

    Bom,
    O Linux(nome do kernel) é opensource, libs gráficas são também, a maioria dos aplicativos também.
    Porque não criar sua própria distro?! =)
    Muito já fizeram isso.

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