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O Framework do Futuro – Como iremos programar?

O Problema dos frameworks de hoje em dia é que eles não passam de novas linguagens em desenvolvimento. Começam com algo simples e depois ganham centenas de métodos, classes e coisóides diferentes perdendo a simplicidade. PHP começou assim, era um tipo de framework pra Perl, olha como ficou! A diferença é que eu já conheço o PHP.

O que falta nos frameworks é inteligência. Milhões de programadores já fizeram tanto código parecido e se formos usar as linguagens atuais, continuaremos a repetir códigos dos outros. Não basta o don’t repeat yourself (não repita a si mesmo), temos que ter uma linguagem de programação don’t repeat anybody (não repita qualquer pessoa).

Fora dessa coisa utópica de computadores inteligentes, algumas coisas simples que seriam possível em um sistema hoje em dia são:

  • Criar formulários para relações entre tabelas automaticamente (Adicionar produto ao carrinho, adicionar amigo na lista, adicionar contato, adicionar comentário ao post) baseado em Chaves Estrangeiras, sem nenhuma linha de código.
  • Definir foco da página atual automaticamente. (Essa página é sobre produtos? Sobre contato?)
  • Saber como formatar dados, AKA morte da escrita do HTML. (Como exibir um produto? Como exibir informações sobre uma pessoa? Como exibir informações sobre um mapa?)

Essas características chave e outras mais tornarão o desenvolvimento no futuro muito simples, praticamente na velocidade do pensamento. Programar em um framework assim será mais ou menos como dizer “Loja Virtual com produtos divididos em categorias que podem ser comprados por clientes cadastrados” e esperar 2 segundos para o programa gerar tudo.

E vocês, o que imaginam do futuro da programação?

8 Respostas para “O Framework do Futuro – Como iremos programar?”

  1. Designer Café diz:

    O Framework do Futuro – Como iremos programar?…

    Vi um post no blog Acorda Pra Web! ponderando sobre o futuro. Após ler o post dele, comecei a vagar nos meus pensamentos.
    O framework do futuro deve ser algo que simplifique, mas não demais. Não quero a programação se tornando algo que qualquer le…

  2. Carlos André Ferrari diz:

    Um framework deve ter as seguintes características:

    - Não repetir nada que alguem já tenha feito (como vc disse)
    - Ao mesom tempo permitir liberdade de criação, sem amarrar em nenhum ponto, pode até haver um codigo que faz algo que eu precise aqui, mas eu tenho que ter a liberdade de fazer uma versão minha desse código se assim eu quiser.

    logo, um framework bom! tem que ter a codificação em altissimo nível como RoR ou mais ainda, e me permitir codificar em baixo nivel.

    agora eu não concordo com sua colocação de formatar dados.. pq as pessoas tem que ter a liberdade de formatar como queiram.

    []’s

  3. Acorda pra Web! » Prediletos do autor - Web Semântica, Programação e Tecnologia que vai mudar nossas vidas, só depois do café diz:

    [...] O Framework do futuro – Como iremos programar? [...]

  4. Acorda pra Web! » Autoloading no PHP - Um poder desconhecido - Web Semântica, Programação e Tecnologia que vai mudar nossas vidas, só depois do café diz:

    [...] Isso particularmente me chamou atenção por transformar o PHP em uma máquina de frameworks. Você pode escrever uma classe genérica como base e criar uma regra base pra nomear objetos que a extendem. Na verdade, foi exatamente nessa idéia que eu comecei a criar o meu próprio framework, por estar frustrado com todos os demais. [...]

  5. Pedro G diz:

    Eu não encaro a palavra “Framework” como estando enquadrada nesse tipo de objectivos.
    Framework para mim e como o próprio nome dá a entender são um conjunto de ferramentas, que no âmbito da programação nos ajudam a desenvolver mais em menos tempo.
    O exemplo final que deste para mim será mais um software estilo CMS do que propriamente uma Framework.
    Deixa de ser framework apartir do momento que existe um quebra de flexibilidade e passa a existir interface.

    Quando referes no “don’t repeat yourself”, acho precisamente que temos que tomar e continuar este rumo. “don’t repeat anybody”, não sei em que prespectiva, mas o que há mais, é falta de standarizações. O que não nos leva a lado nenhum a nivel tecnologico.

  6. Zildo diz:

    Acho que é melhor fazer tudo isso no front-page… sei lá como funciona esse tal de frameork. Sera que alguem poderia me explicar melhor como funciona o progama Framework?
    Onde baixa esse progama?
    Desde já agradeço a comprensão de todos.

  7. Carlos diz:

    No futuro não deveremos ter linguagem de programação.

    Acredito que a profissão programador será atribuida ao designer.

    Todas as ferrementas da Microsoft estão levandoa isso, reduzindo o código com um framework potente.

    Acredito em modelos de fremework com conceitos de inteligencia artificial. Falta só aparecer um louco pra colocar isto em prática.

    Só espero ter montado um bom patrimonio antes disso acontecer. hehehe

    Abraço a todos…Muito bom os posts deste site.

    Valeu.

  8. Renato diz:

    Olá a todos, post muito interessante esse.

    Usando um pouco de bom senso, tenho certeza que nenhuma tecnologia ultra blaster que pensa, programa e defeca sozinha vai fazer parte do cotidiano Brasileiro, porque quanto mais aumentamos a complexidade da coisa, aumentamos a necessidade de software e hardware, é uma relação proporcionalíssima.

    Como acredito que esses recursos seriam caríssimos e completamente inacessíveis no Brasil (visto que as tecnologias de hoje em dia nem fazem tudo isso e já são inacessíveis para muitos), penso que essa tecnologia utópica (ou não?) apenas pode mudar o mundo de quem têm dinheiro para comprá-la.

    O fato é que se os programadores criarem uma ferramenta complexa que permita aos próprios designers criarem seus próprios mundos, eles devem estar cientes que ganharão uma ampla gama de concorrencia, e a programação em sí será desvalorizada.

    Mas quem sabe, a 20 anos atráz ninguém sequér imaginaria que um filme inteiro seria capaz de ser tramsferido por e-mail. Ou que as pessoas pudessem se conhecer, se relacionar e até casar a distância. Isso com certeza era uma idéia muito doida, e muito impossível pra eles, bem semelhante a “loucura” que estamos vendo nesses pensamentos, não?

    A insanidade de hoje, é o futuro de amanhã.
    Encarem, estamos todos ficando loucos.

    Renato,
    renatodex@gmail.com,
    http://www.inventador.com.br,

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