Acorda pra Web!

Tecnologia que vai mudar nossas vidas, depois do café.

Breve Aparição Semi-Alienígena; Inkscape; Desenvolvimento no Linux

Monday, June 23rd, 2008

Sim, esse aqui sou eu. A alternativa pro Corel Draw que citei na entrevista é o Inkscape. E já que citei ele, já aproveito pra dizer que sim, vou continuar com minha lista de artigos sobre desenvolvimento web no Ubuntu, e vou tentar até colocar uns artigos sobre design lá. Algumas imagens dos artigos já estão online, pro divertimento de quem quiser ordená-las por data e tentar decifrar o significado.

Inkscape? Corel Draw? Apache? PHP? Você é Webdesigner ou Programador?

Até me mostrarem uma lei da física que me impeça de ser ambos, continuarei sendo os dois (embora esse blog esteja uma caca visualmente!).

Santo Graal do Desenvolvimento em PHP

Tuesday, December 11th, 2007

Finalmente, um debug decente em PHP. Já troquei meu editor antigo por um novo.

Tem breakpoint? Tem sim senhor!

phpeclipse3.JPG

E tem pilha de execução? Tem meu caro amigo!

phpeclipse2.JPG

Controle de Variáveis? Claro que sim!

phpeclipse4.JPG

Até dá pra editá-las em tempo de execução ;)

phpeclipse5.JPG

É o PDT! A jóia secreta, multiplataforma e gratuita da Zend feita para o Eclipse. Uso e recomendo a todos (que possuam uma quantidade considerável de memória em suas máquinas).

Mais bla bla bla sobre linux

Wednesday, September 26th, 2007

Sabe aquele meu ódio do Ubuntu? Confesso que era não-justificado e mesmo sabendo que para solucionar os poucos problemas que eu tive com o danado o sacrifício seria pouco, preferi criticar.

Windows é difícil também se você quer tirar proveito do sistema, mas a vantagem é que já faço essas coisas difíceis há uns 8 anos. Se eu quero mudar, quero algo que seja parecido com o que eu sei.

Agora, definitivamente, eu justifiquei meu ódio pelo Ubuntu. Resolvi instalar o sistema mínimo, do zero. Tudo foi feito com um CD de instalação de 10MB que apenas conecta na internet, instala o sistema mínimo (que bizarramente eles chamam de “server install”, que não tem nenhum pacote pra servidor) e te dá uma bela linha de comando.

Fiz isso umas 20 vezes. Sim, eu instalei o Ubuntu do zero, pela linha de comando, umas 20 vezes. Testei as mais diversas configurações. Desde a mais pesada usando KDE com Compiz-Fusion até a mais simples usando apenas um único Firefox aberto numa sessão sem janelas reais. Fiz isso no meu notebook que é razoavelmente moderno e também em uma solução thin-client modificada, com processador VIA Samuel II e 128MB de memória (esse usando soluções mais moderadas, claro).

No final, não contente com o Ubuntu, resolvi testar o Debian (o pai do Ubuntu). Testei a versão estável (um porre), a testing (melhor de todas) e a instável (um micropesadelo, mas bacana).

O Debian é praticamente a mesma coisa que o Ubuntu (se você instalar a versão mínima), mas a coisa é mais sóbria. Enquanto o Ubuntu tem foco em lançar pacotes com mais velocidade, o Debian testa as coisas exaustivamente. É por esse motivo que a versão testing do Debian chega a ser mais estável que a versão estável do Ubuntu.

O Debian é mais leve. Enquanto no Ubuntu o mínimo de espaço em disco que consegui utilizar foi de 414MB (Gutsy Gibbon), no Debian caiu para 290MB (Lenny Testing). A memória consumida por um sistema Debian baseado em Xfce comparada ao Xubuntu (que usa Xfce) é bem menor também

Enfim, Eu sei que deveria estar falando sobre Web Semântica, mas atualmente estou nessa fase de expandir o máximo de conhecimento que tenho pra várias áreas. Tenho a péssima mania de reinventar a roda sempre, porque não gosto do jeito que as outras rodas giram.